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Galápagos Volta a Trabalhar com D&D

  • Categoria do post:Notícias / RPG

Dungeons & Dragons possui uma história conturbada no mercado nacional, que começa com sua primeira publicação pela Abril e passa pela sua tentativa frustrada de tradução através de um possível joint venture entre Meeple BR, Buró (na época Redbox) e a (já falecida em muito por causa deste assunto) Fire on Board. Na esteira destes eventos, a Galápagos conseguiu a licença de nacionalização de D&D e até mesmo a homologação de gráficas nacionais para sua produção local.

Mas tudo isto acabou em 2022, quando a Wizards of the Coast (atualmente uma das subsidiárias da Hasbro) anunciou que estaria assumindo os títulos de Dungeons & Dragons no Brasil, como parte de um movimento não apenas mundial mas também estratégico, já que na época a Hasbro vinha entrando cada vez mais no mercado Brasileiro. A Galápagos passaria a manter apenas a distribuição do material da WotC (veja aqui).

Esta situação perdurou até 2024, quando a Wizards of the coast anunciou o término do suporte em português para Dungeons & Dragons, como consequência de uma reestruturação interna objetivando redução de custos, feita após anúncios de prejuízos significativos da Hasbro (veja aqui) e do fiasco da OGL (veja aqui, aqui e aqui), culminando com produtos em inglês e com preços maiores que os praticados anteriormente.

Agora, pouco mais de um ano desta notícia, a WotC parece ter voltado atrás em sua decisão inicial de 2022, pelo menos parcialmente, pois a Galápagos anunciou que novamente volta a trabalhar com Dungeons & Dragons, porém em um modelo diferente. A WotC será completamente responsável pela nacionalização do jogo, porém a Galápagos licencia os livros e os produzirá nas gráficas já homologadas, o que pode ser o melhor dos mundos, já que voltaremos a ter os jogos localizados e com preços de produção nacional.

O primeiros livros desta nova parceria chegarão apenas em 2026, com o trio de livros básicos (Jogador, mestre e monstros), mas o licenciamento já prevê outros títulos na sequência destes. Os livros que foram publicados durante este hiato ainda estão em discussão e, segundo a Galápagos, como a nacionalização dos jogos será de responsabilidade de WotC, o tempo entre uma publicação internacional e a versão nacional vai ainda depender deles.


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